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Notas, edições e comparativos da Hint-data Research, das mais recentes às mais antigas. Filtre por vertical, por série ou por palavra.
Na ANS e na Justiça, a SulAmérica ouve mais queixas; a Amil voltou à média
O índice de reclamações da Rede D'Or (SulAmérica) na ANS ficou acima da média das grandes operadoras em todos os 32 meses desde 2024. A Amil cortou o seu em 27% e hoje está perto da média. E, para cada reclamação na ANS, a SulAmérica tem também mais processos na Justiça.
Braskem: propostas divergem no caixa inicial e nas garantias
As propostas diferem no capital inicial, na conversão de dívida e nas garantias. Comparamos os termos divulgados e atualizamos o calendário judicial, distinguindo negociação de acordo concluído.
Microempresas têm peso menor nos pedidos de recuperação judicial
Microempresas são 69% da base ativa de referência e 22% das empresas nos pedidos observados. Comparamos o porte cadastral no recorte judicial com a inadimplência medida pelo Banco Central, explicitando as diferenças entre as fontes.
Kuwait: exportação a 91,5%, refino a 48,2%; o radar do Irã
Em julho, o Kuwait exportou 91,5% do volume diário de antes da crise, mas o refino ficou em 48,2%. Em Kharg, o total de detecções de radar cresceu junto com as ocorrências sem AIS associado. A contagem isolada não demonstra acúmulo de petroleiros ou volume de petróleo parado.
Iraque: o sul respondeu por 90,3% da recuperação de maio a junho
O norte levou 59,9% do petróleo que o Iraque conseguiu exportar em abril e maio, mas operou abaixo de fevereiro. Na retomada de maio para junho, 90,3% do aumento diário veio de Basra, no sul. Receita, radar e comércio sírio exigem leituras separadas para não confundir recuperação de volume com preço, carga ou rota comprovada.
Dynacom: 34 passagens inferidas em Ormuz, 6 lacunas de AIS mensuráveis
Eventos de 14 navios indicam 34 passagens por Ormuz até 04/10/2026. Só 6 têm posições horárias dos dois lados para delimitar uma lacuna de AIS. Kerala e Leader concentram 35,3% das passagens inferidas.
Dois estados explicam toda a distância entre SulAmérica e Amil
A Rede D'Or (SulAmérica) tem 13,7 mil ações a mais do que a Amil, e São Paulo e Bahia respondem por mais do que isso. Na Bahia, a operadora tem 5% dos beneficiários e 21% das ações. Sem o estado, a distância por beneficiário cai de 1,37 para 1,21 vez.
Mercado de gás: de 5 para 37 empresas usando a malha desde 2021
Em janeiro de 2021, 5 empresas movimentaram gás nos gasodutos de transporte do país; em agosto de 2026, 37. A ANP registrou 1.396 contratos de compra e venda de gás assinados em 2025, contra 39 em 2020, com 57 vendedores diferentes. Até 2019, 16 das 18 distribuidoras com contrato registrado só tinham a Petrobras como vendedora; desde 2023, a Cegás fechou contratos com 16 supridores.
Rede D'Or: ocupação estimada até agosto e limites do indicador
A Anahp publica a ocupação dos hospitais associados por estado e porte, de graça, com dois meses de atraso. Ponderada pelos leitos da Rede D'Or em cada estado (CNES), essa série reproduz a taxa de ocupação que a companhia divulga com erro médio de 1,0 ponto nos últimos 10 trimestres. O 2º trimestre de 2026 bateu (80,3% contra 80,2%); julho veio 77,7%, −3,1 p.p. sobre julho de 2025, puxado por São Paulo e Rio; agosto, 74,5%, −7,4 p.p., com a queda maior no Rio.
Venezuela: importações americanas e presença de navios nos terminais
A EIA registra 701 mil barris por dia de petróleo venezuelano importado pelos EUA em jul/26. Em Jose, a presença de petroleiros identificados por AIS cresceu na comparação de julho. São medidas diferentes: importação de petróleo e observação de navios, sem equivalência direta de carga.
Térmicas a gás: em 2022, quase nada era por preço; em 2025, um terço
As usinas a gás geraram em média 4.139 MW em 2025, 97% a mais que em 2023. E mudaram de papel: em 2022, só 0,4% da geração a gás foi por mérito, quando a usina é despachada pela ordem de custo do sistema; em 2025, foram 34%. Em 2026, o custo variável do quartil mais caro das térmicas a gás subiu 73%, no mesmo período em que o gás na Europa encareceu.
Gás: 8 de cada 10 m³ a mais voltaram para o reservatório
O Brasil produziu 202 milhões de m³ de gás por dia nos 12 meses até agosto de 2026, 65% a mais que em 2019. Quase todo o aumento foi reinjetado nos próprios reservatórios: 88% contando o CO₂ que sobe junto, 82% só de gás natural. O gás que chega ao mercado cresceu 4,4 milhões de m³ por dia no período.
Prévia do 3T26: SRAG em julho e avanço dos registros de GLP-1
Os balanços do 3º trimestre saem em outubro e novembro, mas os dados abertos já cobrem boa parte dele. Nas operadoras, o alívio respiratório do 2º trimestre não se repetiu onde está a maior parte das carteiras: em julho, os casos de SRAG no Sudeste e no Sul ficaram perto dos de 2025, com mais bebês internados. Nas farmácias, as vendas de GLP-1 de julho e agosto estão 35% acima das do 2º trimestre, mas com preços em queda; esses recortes não permitem estimar a receita da categoria.
Óleo no mar: recorde desde 2020, 4,53 milhões de barris/dia
A produção de óleo no mar do Brasil chegou a 4.527 mil barris por dia em ago/26, 19% acima de um ano antes, com maior produção em Santos e Búzios. A nota separa produção por campo, operação e exportação.
Petrobras: exportação, refino e subvenções no 2T26
A Petrobras registrou exportação líquida de 1.075 mil barris por dia no 2T26 e importou 18 mil barris por dia de diesel. A revisão separa os registros contábeis, os recebimentos e as referências internacionais de preço.
PRIO: preço, encargos e custo de extração em bases separadas
Do 4T25 ao 2T26, o Brent de referência passou de US$ 63,22 para US$ 94,60 por barril. Encargos por barril vendido subiram e o lifting cost por boe produzido caiu. Essas medidas têm denominadores diferentes e não formam, somadas, uma margem financeira.
Ormuz: queda no AIS, radar e preços medem fenômenos diferentes
Entre março e 4 de outubro de 2026, o PortWatch observou 2,6 passagens de petroleiros por dia em Ormuz, contra 48,2 em 2025. A revisão separa travessias por AIS, detecções de radar, presença nos terminais e preços, sem convertê-los em uma estimativa de petróleo transportado.
Operadoras: a conta da gripe chega no 2º trimestre, e no Sul, no 3º
Na média de 2022 a 2025, a sinistralidade das operadoras sobe do primeiro para o segundo trimestre. As internações respiratórias nos planos atingem o pico em maio, mas os dados não medem sua contribuição financeira para essa alta. O calendário muda com a região: no Nordeste, o trimestre mais caro é o segundo; no Sul, o terceiro. Em 2026, a temporada de SRAG foi 15% menor que a de 2025.
GLP-1: registros crescem 70% entre janeiro e agosto de 2026
As farmácias escrituraram 1,21 milhão de tratamentos-mês de GLP-1 em agosto, 70% a mais que em janeiro. As apresentações atribuídas a fabricantes nacionais saíram do zero em maio para 45% do volume equivalente de semaglutida em agosto, enquanto o grupo de apresentações atribuído à original recuou. O consumo por habitante segue a renda. Nos planos de saúde, a cirurgia bariátrica caiu 11% em 2025; no SUS, bateu recorde.
Farmácias: a semaglutida vende um terço a mais, e o preço come quase todo o ganho
Do primeiro para o segundo trimestre, o volume de semaglutida nas farmácias cresceu 33%, segundo o SNGPC. Na RD Saúde e na Panvel, o preço médio caiu 22% e a receita da molécula ficou praticamente estável; na Pague Menos, o preço caiu cerca de 40% e o volume dobrou. As canetas já respondem por 8% a 11% das vendas de Pague Menos e Panvel, pressionam a margem e, em julho e agosto, venderam ainda mais.
Diesel: preços externos e na bomba avançaram em ritmos diferentes
A referência do Golfo passou de R$ 3,19 para R$ 6,61 por litro desde fevereiro. O S10 na bomba passou de R$ 6,11 para R$ 7,14. A comparação mostra trajetórias diferentes, mas não identifica quem absorveu a diferença.
Anatomia do barril: petróleo, derivados e câmbio em contas separadas
Entre fevereiro e set/26, o Brent passou de US$ 70,89 para US$ 114,16 por barril. O diferencial do diesel aumentou de US$ 34,16 para US$ 93,97. As séries mostram movimentos distintos, sem identificar quanto cada refinaria ganhou com eles.
Provisões judiciais: a curva da SulAmérica se descola
Desde o 1T25, a provisão para ações judiciais da Rede D'Or (SulAmérica) cresceu 57%, cinco vezes mais do que a receita. Na Amil, a provisão recua há dois trimestres, enquanto os depósitos judiciais sobem.
PRIO: produção e incidentes comunicados em bases comparáveis
Os campos operados produziram 33,1 milhões de barris em 2023, contra 14,4 milhões em 2022. As comunicações foram 75 e 71. A taxa por barril caiu, mas não é uma medida ajustada de segurança.
PRIO: Frade, Wahoo e o aumento da água em Peregrino
A base da ANP mostra Frade abaixo da média de 2023, Wahoo acrescentando produção ao cluster Valente e mais água em Peregrino frente a 2024. A conciliação com os dados operacionais foi refeita após corrigir a leitura do relatório de agosto.
Da liminar ao pagamento: a cada etapa do processo, a SulAmérica se afasta da Amil
A Rede D'Or (SulAmérica) fecha menos acordos, recorre mais e tem, por beneficiário, 1,7 vez os processos da Amil na fase de execução. A distância cresceu entre as ações ajuizadas em 2025, quando a provisão judicial começou a acelerar.
Radar Operadoras: o que o balanço não mostra sobre a Justiça nos planos de saúde
O balanço mostra quanto as operadoras reservam para perder na Justiça. Não mostra quantas ações chegam por mês, de onde, sobre o quê e como a operadora reage a uma liminar. O Radar Operadoras mede esse fluxo, a cada quinze dias, só com dados públicos.
A SulAmérica recorre mais, e os tribunais negam quase todos os recursos das duas
Nas duas operadoras, cerca de uma em cada doze ações novas registra menção a descumprimento de decisão nos primeiros 60 dias. A diferença está no recurso: a Rede D'Or (SulAmérica) apresenta 36 agravos para cada 100 ações novas, a Amil 29. Quando é a operadora que recorre, os tribunais negam 88% dos recursos da SulAmérica e 91% dos da Amil.
2T26: a diferença está no volume, não na postura
Com carteiras do mesmo tamanho, a Rede D'Or (SulAmérica) recebeu 1,3 vez as ações novas da Amil por beneficiário, teve um índice de reclamações na ANS 22% maior e provisiona mais que o dobro por cliente. Diante das decisões judiciais, porém, as duas se comportam quase igual.
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